sábado, 2 de outubro de 2010

Por que professores e escolas não caem nas redes sociais? - Educação - Notícia - VEJA.com

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Desafio aos professores: aliar tecnologia e educação - Educação - Notícia - VEJA.com

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A tecnologia muda o cotidiano - Superinteressante

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Tecnologia | Nova Escola

Tecnologia Nova Escola

Pesquisadora da PUC-SP fala sobre a tecnologia na sala de aula | Planejamento e Avaliação | Nova Escola

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O uso de tecnologias nas aulas de Arte | Plano de Aula | Arte | Nova Escola

O uso de tecnologias nas aulas de Arte Plano de Aula Arte Nova Escola

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

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Ensinar com ajuda da tecnologia | Gestão Escolar | Nova Escola

Ensinar com ajuda da tecnologia Gestão Escolar Nova Escola

Tecnologia nas escolas: tem, mas ainda é pouco | Políticas Públicas | Nova Escola

Tecnologia nas escolas: tem, mas ainda é pouco Políticas Públicas Nova Escola

3 motivos para acreditar que a internet pode (e precisa!) revolucionar a educação – Parte 1 – Planeta Sustentável

3 motivos para acreditar que a internet pode (e precisa!) revolucionar a educação – Parte 1 – Planeta Sustentável

Educação e Tecnologia: Uma aliança necessária

Estamos diante de uma bela demonstração de que a modernização da educação é séria demais para ser tratada somente por técnicos. É um caminho interdisciplinar e a aliança da tecnologia com o humanismo é indispensável para criar uma real transformação. (...) Em síntese, só terá sentido a incorporação de tecnologia na educação como na escola, se forem mantidos os princípios universais que regem a busca do processo de humanização, característico caminho feito pelo homem até então”. (RENATO, Eduardo José. Informática e educação, 1997,05).

“A importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna. Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica.”


Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.

Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.

De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.

No entanto, ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.

“Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.

Modernização - Neste cenário, a importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.

Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.

Apesar de tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma articulação problemática.

“Esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico”, observa a pedagoga Lynn Alves.

Para Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem apenas o papel de ensinar o uso dos programas.

“O jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas acabam se tornando um espaço de “desprazer”, porque os estudantes querem utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar saberes. Infelizmente, este potencial todo a escola ainda despreza”, frisa Lynn.

Internet e Educação

“A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação”. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do livro “Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual”.

De acordo com o educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.

“Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico, criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica”, analisa o professor.

Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas gerações.

“A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se refletem em função do crescente processo de globalização”, explica Arnaud Soares.

Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam, a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud.


Jogos eletrônicos: ferramenta importante na aquisição do saber

“A presença dos elementos tecnológicos na sociedade vem transformando o modo dos indivíduos se comunicarem, se relacionarem e construírem conhecimentos. Somos hoje praticamente vividos pelas novas tecnologias”.

A partir desta reflexão, Lynn Alves, professora do mestrado em educação e contemporaneidade da Uneb e autora do livro: “Game Over: Jogos Eletrônicos e Violência”, demonstra a importância da tecnologia, em especial os jogos eletrônicos na vida dos jovens contemporâneos.

Encarada por muitos como nocivo e prejudicial ao desenvolvimento cognitivo dos jovens, os jogos eletrônicos vêm ganhando espaço entre vários estudos e demonstram que podem ser mais um instrumento pedagógico no ambiente escolar. Esta reflexão partir da concepção que existe hoje uma geração submerso no mundo da tecnologia, que tem acesso seja através da televisão ou dos vídeos-game ou das LAN house.

De acordo com estes estudos, os sujeitos nascidos na pós-modernidade estão imersos em um mundo altamente tecnológico. Esta geração é defendida pelos estudiosos como os “nativos digitais” ou “geração mídia”. Uma categoria que vem sendo largamente discutida na atualidade.

Com a utilização de alguns jogos eletrônicos, a exemplo do Simcity, Civilizations e RPG, “os professores podem trabalhar o aprendizado em geografia, história, porque nesse jogo desafia os estudantes a administrar recursos, criar cidades, enfrentar catástrofes, fazer escolhas, planejar, entre outras coisas”, comenta a educadora Lynn.

Nesta perspectiva, e através do jogo eletrônico, os estudantes são estimulados a saber quais as conseqüências de colocar uma escola perto de uma fábrica poluente, além de verificarem quais os problemas sociais ou de saúde as ações realizadas durante o jogo podem causar.

De acordo com Lynn, até mesmo nos jogos violentos, tanto crítica por inúmeros pais, podem servir de fonte de aprendizado e estímulo entre o público jovem. “Você pode trabalhar a questão cognitiva, pois estes jogos exigem uma habilidade sensorial e motora muito grande, tomada de decisão e planejamento estratégico”, conclui Lynn.
FONTE: htpp://overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria

Tecnologia, qualidade e educação - Superinteressante

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Tecnologia e educação - Superinteressante

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Quem tem medo da tecnologia? - Superinteressante

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La tecnologia movil facilitando nuestras vidas

Saramago: Internet e revolução

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Tecnologia aliada à educação

Vivemos em plena era digital e a palavra da moda é interatividade.As ferramentas de comunicação e socialização online, tais como Orkut, MySpace, hi5, MSN, Club Penguin, entre outras, possuem milhões de usuários, de diferentes regiões do mundo, de todas as idades e classes sociais.
A opinião de quem já nasceu em um ambiente informatizado, ou de quem teve que aposentar as máquinas de datilografia e se ambientar às modernidades, é unânime: o computador e a Internet democratizam a informação e trouxeram grandes avanços à educação.
As soluções de eLearning modernas são conjuntos de ferramentas que utilizam desde tecnologias semelhantes até as encontradas nestas plataformas de comunicação e socialização. Além disso, agregam material didático, professores e alunos, num único ambiente virtual, sem fronteiras geográficas ou culturais, tornando possível que qualquer pessoa tenha acesso a um curso personalizado, sem ter que pagar a mais por isso.
Por meio de pesados investimentos em tecnologia e escala de atuação global, estas plataformas de eLearning conseguem oferecer aos seus alunos algumas vantagens exclusivas, quando comparadas às soluções tradicionais de ensino, entre elas:
- Personalização: As necessidades de cada aluno são diversas em função dos seus objetivos, seus conhecimentos atuais e suas facilidades ou dificuldades específicas. Desta forma, o eLearning pode personalizar a carga de estudos de maneira individual e inteligente.
- Flexibilidade: Cada pessoa possui um ritmo de vida diferente, com rotinas e hábitos distintos. Permitir que cada um estude no horário e local mais conveniente traz um aumento no número de horas dedicadas ao aprendizado, bem como uma maior qualidade no estudo.
- Custo: Ganhos de escala na criação de conteúdos e alocação de professores, bem como utilização da Internet para a distribuição destes conteúdos (tal qual as populares soluções de VoIP) permitem que as empresas forneçam preços mais competitivos que as soluções tradicionais.
Por estas razões, os cursos de Educação à Distância dentro das companhias mostram-se em franca ascensão. Segundo dados do AbraEAD 2008 (Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e à Distância), em 2006, os investimentos das empresas em eLearning não chegavam a 5%. Já no ano passado, saltaram para 26%. O anuário mostra, ainda, que a intenção das empresas para 2008 é aumentar em 56% o investimento em treinamento à distância, em relação ao ano passado.
Nos últimos anos, a tecnologia se aliou à educação tornando possível que os mais jovens aprendam no ambiente em que se sentem mais à vontade: a rede. As possibilidades de interação e a praticidade têm conquistado cada vez mais os jovens, fazendo com que as instituições de ensino também tenham que se atualizar e vejam a Internet como um instrumento de aprendizado e pesquisa.
Uma pesquisa encomendada pela BBC à Universidade de Westminster, de Londres, concluiu que mundos virtuais podem ajudar crianças entre 6 e 12 anos a ensaiarem o que vão fazer na vida real, além de ampliar o foco de aprendizado do aluno, estimulando sua criatividade. A facilidade para aprender em um ambiente virtual, que pode oferecer uma experiência rica e personalizada, é muito maior do que em uma classe de aula presencial.
Os cursos extracurriculares não estão fora desta realidade. Aprender um novo idioma, aprimorar conhecimentos de computação e, até mesmo, estudar matemática, são opções acessíveis na rede.
A grande população de usuários dos serviços online no Brasil, hoje composta de mais de 40 milhões de pessoas de acordo com as estatísticas do Ibope, reflete as mudanças no comportamento de uma geração que já está totalmente adaptada ao mundo online, às ferramentas de comunicação e que, conseqüentemente, pode tirar muito proveito das plataformas globais de eLearning e de todos os seus benefícios.

Autor: Persio Deluca   Disponível em: http://imasters.uol.com.br/artigo/10487/elearning/tecnologia_aliada_a_educacao/